Olá Senhorio,

O cotidiano se torna chato depois de um tempo. Vocês que entrarão em férias agora e que achavam chato o cotidiano das aulas, vão estar cansados de férias logo mais, no fim do mês. É inerente ao ser humano a inquietação. Comecei a pensar nessas coisas, já que não aguentava mais esperar férias. Aí, junto com uma aula que dei nesse fim de semana em uma turma de mocidade lá do Vale do Paraíba, comecei a devagar divagar.

Quando aprendemos sobre a lei de ação e reação na mocidade - aquela mesma, do Tio Newton, da escola - normalmente lembramos de atos negativos e como eles impactam as pessoas a nossa volta. Como quando pensamos mal de alguém e isso gera um desequilíbrio, lançando vibrações negativas para ela, para ti (com a mesma intensidade) e, claro, para o ambiente em que vivemos.

As vezes não conseguimos nos controlar, isso é fato. As vezes, escapa algum mal-dizer-ops-saiu e lá se foram as energias negativas. É difícil controlar realmente, e vez ou outra acaba partindo de nós mesmos o comentário, pensamento e, em casos extremos, atos negativos.

Bom, estamos em um planeta de provas e expiações e nossa obrigação é “segurar a onda”. Porém, é normal que isto aconteça. Temos o livre arbítrio e temos que trabalhá-lo com responsabilidade.

Mas… e o contrário? E se nossa ação for positiva? Como as pessoas se comportariam se de repente melhorassemos o dia delas, nem que seja só um pouquinho? É possível fazer isso sem dinheiro? Sendo dependente dos meus pais? Eu consigo?

Espero que este vídeo seja o combustível para todos aqueles que tem uma chama, por menor que seja, dentro de si.

A música muda o ambiente, anima as pessoas e entretem, enquanto voltam do trabalho em um dia cansado. Ela é a ação de um grupo querendo mudar o dia das pessoas ou a reação ao cansaço e desanimo de todos?

Essa fica pra pensar!

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A Importância da Educação do Jovem

A cobrança da sociedade sobre o jovem é imensa. As escolas têm seus programas de Ensino Médio voltadas para que o aluno passe em um vestibular e, nesse meio tempo, já tenha definido sua carreira profissional para, imagina-se, o resto da vida.

A mídia molda suas atrações com segundas intenções comerciais para que, por sua vez, moldem o gosto, a opinião e as atitudes da juventude.

Ainda sem opiniões plenamente formadas, mudando na mesma velocidade em que fervilham seus hormônios, os jovens sucumbem à pressão do meio.

Mais perigosa que tudo isso, temos também o chamado da rua. Em meio às brincadeiras naturais da idade, temos também todo o tipo de vícios, excessos e torpezas de toda a sorte a seduzirem a juventude. Drogas, criminalidade, prostituição, fugas das escolas, jogos em excesso.

Por que, a cada dia que passa, essas adversidades estão engolindo o espaço que deveria ser preenchido por aspirações superiores e ocupações edificantes?

Simplesmente porque o espaço que a educação moral, principalmente a familiar, deveria se fazer presente está largamente deixado de lado, dando a oportunidade para que o “canto da sereia” de todos esses males atinjam meninos e meninas em plena formação de seu caráter e personalidade.

É verdade que não podemos culpar as circunstâncias sociais pos eventuais desvios de caráter e propensões à queda moral, mas não podemos “tapar o sol com a peneira” e fingir que não temos nada a ver com isso.

É urgente e imprescindível que haja uma renovação e fortalecimento dos valores familiares, tão apagados na nossa sociedade voltada para o consumo e para o egoísmo. Amor, carinho e compreensão fazem verdadeiros milagres para a recuperação de relacionamentos em família e é ela que deve estar presente, ouvindo e atendendo aos anseios de pessoas que mal concluíram seu processo reencarnatório. São esses espíritos unidos por laços de amor e compromisso que devem estar presentes para auxiliar nas dúvidas e angústias dos jovens. Existe um certo ditado popular, um tanto difundido hoje em dia, que diz que o que a família não dá, o crime supre. Pode parecer um tanto exagerado, mas nas circunstâncias atuais, vemos que não é.

Além de uma base familiar sólida, é necessária uma boa base moral, edificada sobre valores corretos e construtivos. Temos a religião e os exemplos e ensinos de Jesus que são de imensa ajuda e que, compreendidos e vivenciados, garantem a formação de um ser humano de bem.

Por fim, incentivar a busca pelo desenvolvimento intelectual, pois quanto mais conhecimento temos, mais informações para julgarmos aquilo que é certo ou errado para nossas vidas.

Olhemos para os nossos jovens e procuremos não enxergar apenas a turbulenta mudança ou a rebeldia e a vontade de mudar o mundo (aliás, extremamente válida, quando bem utilizada), mas os homens e as mulheres do futuro, guardiões de um mundo herdado daqueles que hoje comandam a sociedade. Se quisermos que eles construam um mundo melhor e sejam pessoas ainda melhores, devemos investir nossas vidas e nossos corações para que nenhuma dessas ovelhas do Pai se desgarre do rebanho que Ele criou para a felicidade no bem e na caridade.

Alessandro - Litoral Sul

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Como encarar as pesquisas com células-tronco embrionárias?

Olá caros jovens de Mocidade, vamos refletir sobre a pergunta acima juntos? Como será que a Doutrina Espírita nos ilumina nesta questão? Vamos viajar nessa! Lembrando que a idéia aqui não é fechar a questão com um ponto final. Quero instigá-los a pensar no assunto e tirar suas próprias conclusões.

E para começar precisamos entender o que é exatamente essa tal pesquisa com células-tronco. A célula-tronco é capaz de se dividir e originar outra célula semelhante à sua progenitora. Existem duas possibilidades de extração: elas podem ser adultas ou embrionárias. As adultas são encontradas em tecidos como medula óssea, sangue, fígado, cordão umbilical, placenta, entre outros.

Já as embrionárias são encontradas no embrião humano (!). Uma célula-tronco adulta retirada do fígado de uma pessoa terá a capacidade de se multiplicar em células do fígado desse indivíduo, assim como as células adultas retiradas de outros tecidos. Já a célula embrionária é como um coringa, é capaz de se transformar em qualquer outro tecido do corpo humano, como ossos, nervos, músculos e sangue.

A aplicação na Medicina seria fantástica e útil no tratamento de diversas doenças sérias e graves, principalmente aquelas que afetam as células nervosas. Lendo assim, tudo parece simples. A cura para as doenças está resolvida.

No dia 29 de maio último os ministros do STF (Superior Tribunal Federal) aprovaram as pesquisas com células-tronco embrionárias. Discussões polêmicas foram travadas nas mais altas esferas do governo e também na sociedade civil. Os católicos se manifestam contra e argumentam que utilizar embriões para a extração de células-tronco é o equivalente a um assassinato, já que o processo destruiria o embrião.

Todos que vem às estas verdes páginas do DalheMongo devem saber que o Espiritismo é alicerçado em três pilares: Ciência, Filosofia e Religião. Estamos falando aqui da mais pura Ciência, e o que pensar disso tudo? Na questão da Ciência, encontramos em “A Gênese”, capítulo I, item 55 a seguinte afirmação: “Caminhando de par com o progresso, o Espiritismo jamais será ultrapassado, porque, se novas descobertas lhe demonstrassem estar em erro acerca de um ponto qualquer, ele se modificaria nesse ponto. Se uma verdade nova se revelar, ele a aceitará.” Na questão da Filosofia, em “O Livro dos Espíritos”, capítulo VIII, pergunta 778, encontramos o seguinte: “… O homem deve progredir sem cessar… Se ele progride é que Deus assim o quer…”.

O caso da utilização das células-tronco da própria pessoa (auto-emprego), cuja rejeição é zero, já está bastante difundido e aceito. E o Espiritismo é totalmente a favor. Seriam células-tronco da medula óssea ou do cordão umbilical. Há uma diferença grande entre a clonagem reprodutiva, realizada com o objetivo de gerar uma criança, e a clonagem terapêutica, empregada na produção de células-tronco. Para o Espiritismo, a preocupação reside no produto final do processo, ou seja, o embrião, que poderá gerar um novo ser.

Já a questão das células-tronco embrionárias é polêmica, não há consenso nem mesmo entre os espíritas. A Associação Médico-Espírita do Brasil é contra. Vamos refletir um pouquinho a respeito. Após a retirada das células-tronco do embrião, ele será descartado, jogado fora, sacrificado, ali poderia surgir uma vida, talvez ali, para aquele embrião, já tivesse um Espírito destinado àquela vida, àquele corpo. Este sacrifício do embrião, que foi criado em laboratório especificamente para este fim, caracteriza um assassinato, um aborto?!

Vamos, novamente, recorrer ao “O Livro dos Espíritos”.

344- Em que momento a alma se une ao corpo?
- A União começa na concepção, mas ela não se completa senão no momento do nascimento. Desde o momento da concepção, o Espírito designado para habitar tal corpo a ele se liga por um laço fluídico que vai se apertando, cada vez mais, até que a criança nasça; o grito que se escapa, então, da criança, anuncia que ela se conta entre os vivos e servidores de Deus.

346 – Que acontece para o Espírito se o corpo que escolheu morrer antes de nascer?
- Ele escolhe outro.

353 – A união do Espírito e do corpo não estando completa e definitivamente consumada senão depois do nascimento pode-se considerar o feto como tendo uma alma?
– O Espírito que o deve animar existe, de alguma forma, fora dele. Ele não tem propriamente falando, uma alma, pois a encarnação está somente em vias de se operar; mas está ligado à alma que o deve possuir.

356- Existem natimortos que não foram destinados a encarnação de um Espírito?
- Sim, há os que jamais tiveram um Espírito designado para os seus corpos: nada deviam realizar por eles. É, então, somente pelos pais que essas crianças vieram.

Em “A Gênese”, Allan Kardec explora mais o tema, introduzindo o conceito de que o perispírito se liga ao óvulo fecundado desde a concepção e vai se ligando molécula a molécula ao corpo de acordo com o desenvolvimento do feto, culminando no nascimento quando a ligação é completa e irreversível.

Então, pensemos de outro ângulo, no caso da clonagem do embrião em laboratório, tudo isso já estaria premeditado, com a intenção de curar e salvar outras vidas. Deus, inteligência suprema e em sua infinita bondade, não enviaria um espírito para sofrer um aborto/assassinato (a não ser que fosse para resgatar um débito), para reencarnar em um embrião que já estaria destinado a Ciência para este fim. Sendo assim, não estaríamos “matando” um ser, nem traumatizando o Espírito. Será mesmo?!

A Dra. Marlene Nobre, presidente da Associação Médico-Espírita do Brasil diz que ocorre atualmente uma “coisificação” dos embriões e dá exemplos de pessoas que nasceram de embriões congelados há oito, onze ou treze anos. Quem entende profundamente os desígnios de Deus?

Veja o vídeo:

A conclusão aqui é que temos muito a aprender e que o Espiritismo e os espíritas devem acompanhar de perto a evolução da Ciência. A realidade é que sabemos pouco do processo reencarnatório. Se o Espiritismo não pode contribuir cientificamente, pelo menos podemos tentar contribuir com nossa análise ético-moral, provendo nossa perspectiva sobre os assuntos.

Agora é a vez de vocês. Prontos para o debate? Pesquisem, reflitam e leiam bastante. Quero ver quem vai jogar mais “lenha nessa fogueira”!

Destaco alguns links de textos escritos por médicos espíritas:

http://www.amebrasil.org.br/html/outras_tronco.htm

http://www.amebrasil.org.br/html/outras_clone.htm

http://www.amesaopaulo.org.br/novo/index.php?option=com_content&task=view&id=50&Itemid=53

Fiquem em paz!

Bárbara - Regional ABC

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Pensar com o coração

Está tudo aí, dentro de você.

Filippo - Regional Vale

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O Dalhe, e sua família

Uma fotografia conta uma história. Um momento. Uma vontade. Um ideal.

Qual é a cara dessa mocidade que está por aí? Brasileira, gaúcha, paulista, mineira…? Quem é a mocidade? O que faz a mocidade?

É por essas e outras que agora existe o DalheFoto, um lugar para nos lembrarmos de dias, sentidos e sentimentos.

DalheFoto é o que conhecemos de guardadores de lembranças, mas pode ser mais, muito mais.

O agora nos proporciona a chance de mostrarmos ao mundo a nossa família mocidade, então comece por aqui, mandando aquela foto da sua escola, a do coração.

Mas, brilhantes mente, sempre pensando pra frente, pense além, use sua criatividade para que essa idéia ganhe ainda mais corpo.

O que é que se pode representar através de uma foto?

Diga-nos, aqui, ali, acolá.

DalheMongo
Administrator Mor

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[Coluna] - Valorizar as Ironias

“O inteligente se previne de tudo; o idiota faz observações sobre tudo.”
Heinrich Heine

“As coisas não têm explicação; têm existência.”
Fernando Pessoa

Se fossemos traduzir as frases acima para nossa linguagem brasileiríssima, diríamos que ficaria mais ou menos assim…

“… Não sei, só sei que foi assim…”
Chicó em Auto da Compadecida

Ops… Começar a coluna, indagando sua função de observar, com as frases acima, é até um pouco dizer que não servimos realmente para nada. Alem de ilustrar coisas que você simplesmente necessita vivenciá-las, mais do que observá-las.

Vou usar as frases acima, para ilustrar um pouco das coisas que observarmos na vida, afinal o grande problema aqui não é observar e sim o que se observa, o que se valoriza.

Durante a nossa vida procuramos às vezes olhar para coisas perdidas ou simplesmente prestar atenção em coisas que não nos levarão a lugar algum. E aquelas coisas que deveríamos valorizar passam em branco em nossas vidas.

Quando digo olhar as coisas erradas, é que a maioria das vezes nós adoramos valorizar e lembrar de sofrimentos, de sentimentos perdidos e até mesmo de coisas não realizadas. Tentamos encontrar explicação, os porquês disso e daquilo, sem simplesmente nos permitirmos a aceitar o que aconteceu conosco, e com isso aprender e viver. Parece que queremos respostas pra tudo. Mas, existem coisas, que muito mais do que entender as respostas, precisamos antes de mais nada nos questionar se fizemos a pergunta certa, se observamos o que deveria ser visto realmente. Ou até melhor, deveríamos como as frases que iniciam estes textos, nos prevenirmos com perguntas mais concretas, ou com a compressão da existência das coisas e não a explicação delas, e no fim de tudo saber muito mais do se foi, do que realmente se é.

Infelizmente vivemos num mundo material de provas e expiações, todos nós seres humanos, somos medidos por nossas palavras e ações, é até bonito termos pensamentos e sentimentos puros e cheio de boas intenções, mas estamos em um mundo material e onde tudo se é medido por aquilo que você faz ( palavras e ações) e não por aquilo que você é. E é justamente nestas pequenas diferenças, daquilo que foi e faz, para aquilo que é e representa realmente você. Fazer a perguntar certa, valorizar aquilo que será para sempre, se prevenir mediante ao que podes sentir, observar sabendo que muito mais do que respostas, procuramos compreender, aquilo que a maioria do que o seres humanos não fazem, saber realmente o que as pessoas são e porque fazem certas coisas, descobrir suas motivações.Sabendo que não devemos nos preocupar somente com fatos, mas irmos sempre alem.E neste alem perdido entre existências, explicações, prevenções e observações, ainda nos permitimos a sermos inteligentes e idiotas, tolos e objetivos, simples e totalmente incompreendidos.Onde isto, apenas retrata que realmente somos espíritos imperfeitos vivendo em um lugar que esta a evoluir, devemos sempre nos permitir a observar, a errar e a dizer que … não sei sobre certos sentimentos e pensamentos, que são reflexos das nossas ações e palavras. Basta sabermos valorizar realmente nossas motivações, basta valorizarmos as ironias de observamos o nada, e ao mesmo tempo tudo, mas não tendo evidentemente a vergonha por aquilo que se fez.

Com isso, chegamos ao porque de tudo, para nossa observação final. Compostas de existências, explicações, razões e que nos levam a ver e a valorizar efetivamente o que somos (sentimentos, pensamentos, palavras e ações) para tudo aquilo que vivemos, que faz, com que sejamos pessoas totalmente diferente dos demais.

Às vezes estamos na mocidade, a 1, 2, 3,4 ou até 10 anos e nunca paramos para nos pergunta, do por que continuo vindo, o que me motiva a estar ali todos os dias. Não paramos pra pensar, e devemos parar para pensar agora, o que seria da nossa vida sem a mocidade. Que tipo de pessoa seriamos sem ela. E é exatamente neste momento, que vemos o quanto diferente somos dos demais. É neste momento que vemos que os amigos da mocidade, estão totalmente preocupado com o que realmente somos, com nossos sentimentos e pensamentos. E todos nos que estamos aqui até hoje é porque realmente nos sentimos completos por estarmos juntos. Não viram somente nossas palavras e ações a mocidade vai alem, e nos vamos alem para vermos isso em nossos amigos. E é neste ideal de se fortalecer para as demais coisas da vida, que a mocidade nos deixar pensar, o que seriamos sem ela? Onde estaríamos? O que faríamos? E quem mais alem da nossa família ( com suas devidas proporções) estaria disposto a compreender tudo aquilo que realmente somos ? A mocidade responde isso!

Como disse lá em cima muito mais do que respostas precisamos ter boas perguntas, e isso é se prevenir, isso é entender a existências das coisas através da compreensão do que quero efetivamente saber. Isto é poder dizer que as coisas foram assim. E termos a oportunidade de observar agora, o que a mocidade nos proporciona, para que assim possamos compartilhar com aqueles, que querem nos ver por inteiro.

Valorizar ironias que fazem muitos se perderem e observar o todo o completo que representar nosso ser, sem sermos “indiotas”, e se formos ainda temos muito para aprender onde queremos chegar. O observatório mocidade, desta vez nos pede para olhar pra as coisas todos os dias como se fosse a primeira vez que a vimos, quem sabe ai enxergaremos as melhores perguntas a fazer e compreendamos do porque insistimos a estarmos na mocidade. Afinal no fim, só posso dizer que, não sei … só sei que foi assim… e é por isso que estou aqui…acho que apreendi a valorizar a ironia de observar o que realmente sou.

Na próxima coluna vamos ver onde a mocidade deixar de ser algo para ser a coisa. Se é que é a coisa pra alguns, somente o necessário …rsrsrs.


De olhos e ouvidos bem abertos

- Observando por ai, vi que muitos som de vozes estão preocupados com o futuro da mocidade. E vejo que esta preocupação vem dos velhos de mocidade e seu medo em abandonar o trabalho. O Futuro se constrói hoje, e confiar em nossos alunos ( futuros dirigentes) significa que eles irão viver o que será efetivamente importante para cada um de nós.

- Na próxima coluna muitas novidades sobre nossos grandes eventos, apenas peço agora que façam as perguntas certas aos seus dirigentes e estejam atentos, as coisas irão aparecer e pintar, literalmente de onde e como vocês menos imaginam.

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Valorize o bem

Estranhas ocorrências periodicamente chamam a atenção.
A natureza parece convulsionar-se.
Ondas imensas devastam grandes áreas habitadas.
O aquecimento global provoca devastadores fenômenos climáticos.
Chove em excesso em alguns lugares, enquanto noutros faz-se desesperadora seca.
Ao lado dos fenômenos da natureza, há também tristes espetáculos produzidos pelos homens.
Atos terroristas causam vítimas incontáveis.
Guerras surgem em vários locais do planeta.
Notícias sobre corrupção não param de eclodir.

A cada dia são divulgadas notícias sobre cruéis atos de violência.
Crianças são brutalmente assassinadas, idosos são logrados, jovens são corrompidos.
No âmbito sexual, liberdade facilmente degenera em libertinagem.
Ante esse estranho contexto, não falta quem diga que a Humanidade está perdida.
Entretanto, o bem nunca foi tão operante no mundo.
A ciência descobre sem cessar a cura para enfermidades que, por longo tempo, infelicitaram a raça humana.
A tecnologia torna o viver mais suave, sob o aspecto material.
Há inúmeras organizações voltadas para a promoção do ser humano.
Incessantemente surgem leis que asseguram direitos para as minorias.
Organizações internacionais procuram interferir em países nos quais os direitos humanos são desrespeitados.

A prática do serviço voluntário dissemina-se pelo corpo social.
Há belíssimos exemplos de devotamento e abnegação.
A rigor, vive-se uma época de transição e pujança.
Sob uma atividade febril, a grandeza e a miséria humanas tornam-se visíveis.
Os meios de comunicação trazem a público o que por muito tempo foi dissimulado.
A partir das informações disponíveis, cada qual escolhe o que deseja valorizar.
Alguns se encantam com os progressos tecnológicos e científicos.
Outros valorizam as conquistas dos atletas e a abnegação dos voluntários de diversas áreas.
Mas há quem tome gosto por notícias de violência, corrupção e tragédia.
Por certo não é possível e nem desejável ignorar o mal ainda existente no mundo.
Ele deve ser identificado e combatido, com serenidade e competência.
Mas não é viável centrar no mal toda a atenção, em detrimento do bem que também se desenvolve.
A Humanidade é hoje muito melhor do que jamais o foi.

Há pouco mais de um século, havia escravos no Brasil.
Eram seres humanos que podiam ser chicoteados, vendidos e assassinados por seus donos.
Eles eram considerados apenas coisas, bens materiais de que se dispunha livremente.
Hoje a própria idéia parece escandalosa.
Mas por muito tempo ela foi considerada absolutamente natural.
A sensibilidade humana está se sofisticando.
Algumas práticas admitidas no passado hoje causam estarrecimento e revolta.
Trata-se do progresso modelando os costumes e os sentimentos.
A Humanidade está sendo preparada para uma fase mais sublime de sua existência imortal.
Nela, a fraternidade, o mérito e a justiça devem reinar soberanos.
Apresse a depuração de seu mundo íntimo vivendo, valorizando e refletindo sobre o bem.

É uma questão de escolha.
Pense nisso.

Redação do Momento Espírita.
Em 30.05.2008

Fonte:
http://momento.com.br/

Postado por
Luana - Vale

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Espiritismo entre as celebridades?

A top model Raica Oliveira, de 22 anos, foi criada na religião espírita. Nascida em Niterói, a namorada do craque Ronaldo mora hoje a maior parte do ano em Nova York por conta de compromissos profissionais. Quando está nos Estados Unidos, Raica vai ao centro Casa São José, na cidade vizinha de New Jersey, freqüentado por brasileiros como Divaldo Pereira Franco e Raul Teixeira - considerados médiuns pelos adeptos da doutrina. “Do que mais gosto na minha religião é a idéia de que podemos sempre voltar à Terra de novo e aperfeiçoar nosso espírito”, diz Raica, o rosto do espiritismo jovem. “Sempre temos uma segunda chance.”

Raica, Raul e Divaldo são, segundo uma reportagem publicada recentemente no jornal americano The New York Times, as faces visíveis de um novo fenômeno: a abertura de centros espíritas nos Estados Unidos dirigidos por brasileiros, freqüentados pela comunidade latina e também por americanos. O Brasil não é apenas o maior país católico do mundo. É também a nação com maior número de espíritas, cerca de 20 milhões de pessoas, segundo os números oficiais. E, agora, tornou-se também o principal pólo difusor da religião fundada e sistematizada pelo francês Allan Kardec.

Quais as características desse espiritismo que o Brasil professa e exporta? Pode-se dizer que o rosto de Raica, uma das mulheres mais bonitas do país, é a face-símbolo de uma nova fase na religião. Esqueça os copos que se movimentam sozinhos sobre a mesa branca, as operações com canivete e sem anestesia do médium Zé Arigó e as sessões de exorcismo coletivo transmitidas pelo rádio. Isso tudo ainda existe, mas o crescimento e a exportação da doutrina se devem principalmente a seu lado menos místico e mais racional.

Esse “novo espiritismo” preserva os pilares básicos da religião: a imortalidade do espírito, sua reencarnação e evolução, além da possibilidade de comunicação entre vivos e mortos. Mas se baseia muito mais em leituras e na introspecção que em rituais ou sessões que invocam supostas forças do além. São incentivadas também as duas práticas mais fortes da doutrina: a caridade e a tolerância religiosa. O espiritismo vem crescendo no Brasil, principalmente entre jovens de classe média. No site de relacionamentos Orkut, já existem 366 comunidades sobre “espiritismo” e outras 808 quando se busca a palavra-chave “espírita”.

A maior delas se chama simplesmente Espiritismo. Tem 183.546 membros. Lá, as discussões variam desde assuntos simples, como o lançamento de um livro, até questões teóricas mais elaboradas, como a relação entre espíritos e Física Quântica. Curiosamente, a palavra “catolicismo” registra apenas 34 comunidades, e “católico” 421.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística calcula que a doutrina espírita tem 20 milhões de adeptos no Brasil, afora os que professam o espiritismo como segunda religião. A doutrina cresceu cerca de 40% entre os últimos dois censos. Os dados do IBGE mostram que esse crescimento se deu principalmente nos estratos mais ricos e escolarizados da população. A renda dos espíritas é 150% superior à média nacional, e 52% deles ganham acima de cinco salários mínimos. Entre os espíritas, 77% têm entre oito e 15 anos de escolaridade, dez anos em média a mais que os católicos.

Além de Raica Oliveira, outras celebridades vêm aderindo ao espiritismo, embora poucas alardeiem professar a crença. Boa parte prefere tratar o assunto como algo privado. É o caso da atriz Cleo Pires, que herdou a fé de seu pai, o cantor Fábio Júnior, e dos avós maternos. O tenista Gustavo Kuerten recentemente se submeteu a um tratamento espírita, levado por seu fisioterapeuta, Nilton Petrone - o mesmo de Xuxa e Romário.

Sofrendo de dores nos quadris que o derrubaram do primeiro para o 452o lugar no ranking do esporte, Guga, aos 29 anos, recorreu a um tratamento espiritual no Lar do Frei Luiz, centro espírita da zona oeste do Rio. “Foi minha primeira experiência com o espiritismo. Estou mais calmo e equilibrado”, disse Guga a ÉPOCA. Tecnicamente, o tratamento, ocorrido no dia 10 de junho, não foi uma cirurgia, pois não houve cortes. Guga seguiu o procedimento-padrão do centro. Primeiro, ficou por mais de uma hora na sala de orações, com mais de 50 pessoas. Depois, foi com um pequeno grupo para uma sala escura. “O tratamento espiritual não substitui a fisioterapia, apenas a complementa”, diz Nilton Petrone.

Matéria retirada da revista “Época” - Edição 509 - 18/02/2008
Esta é o primeiro dos seis artigos da revista.

Para ver as outras matérias da série, acesse: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG74657-6014-424-1,00-O+NOVO+ESPIRITISMO.html

Indicada por: Victo - Vale

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[Coluna] Foi assim que começou


Vou começar dizendo que não sei o que escrever! Não vou contar coisas engraçadas que vivi?! Também não… Vou escrever como cheguei nesta foto.

Carnaval de 1998 21, 22, 23 e 24 de Fevereiro

Estava com 19 anos cursando o 3° ano do Técnico em Administração. Tinha um amigo inseparável de baladas, o Beto, que me convidara para participar (convenceu) a participar da Escola de Aprendizes do Evangelho que iniciava no mês de Março de 1996 no GEFA (sendo que acabava de terminar uma EAE no Peregrino do Caminho). Não preciso dizer que estava a fim de pular fora na primeira oportunidade que aparecesse, mas fui levando. A turma era formada por jovens e adultos e acontecia aos Sábados às 18 horas. Com a convivência fomos conhecendo outros jovens que faziam parte dessa turma.

Estavam sempre juntos, chegavam e saiam, eram dirigentes de Mocidade, que acontecia antes da EAE , mas como era de se esperar, nós não demonstramos muito interesse pela Mocidade, estávamos mais preocupados com Festas, Bares e Danceterias que iríamos após a EAE. Os meses passaram e com eles um interesse morno pelas propostas que a EAE me oferecia e assim chegamos ao fim do ano.

O ano de 1997 começou a EAE voltou das férias e vimos os dirigentes de Mocidade falar do Encontro de Carnaval, o famoso Folia de Luz. A nossa turma de EAE era bastante animada e em um almoço na casa de um de nossos dirigentes, me aproximei dos dirigentes de mocidade, quer dizer, das dirigentes! Perguntei como eu podia participar do Encontro que era em algumas semanas e foi então que eu levei um toco! Uma das Dirigentes disse que tinha que ter feito a minha inscrição em Dezembro. Bom, não foi o fim do mundo, passei o Carnaval com o Beto na balada e nem me lembrei do Encontro, as atrações do meu Carnaval eram mais chamativas (mulheres e cervejas) para eu lembrar de Folia de Luz

O Carnaval passou e o meu morno interesse pelas propostas da EAE continuava na mesma, mas começou acontecer algo diferente, estava fazendo tratamento de passe no GEFA quando o Dirigente da Assistência Espiritual começou a puxar assunto comigo enquanto eu esperava na fila para tomar o passe. Ele perguntava o que eu fazia no meu horário livre, do tipo se eu jogava bola , namorava, estudava e se eu não me interessava pela Mocidade. Eu respondi que estava um pouco velho para fazer Mocidade. Mas não era só o Dirigente da Assistência Espiritual que começou a falar disso comigo, o Dirigente da EAE e os outros Dirigentes de Trabalho também. Bem, depois de algumas abordagens sobre o assunto, estávamos novamente num almoço na casa dos Dirigentes da EAE e veio o convite da Dirigente que havia me dado o toco para conhecer a Mocidade. Eu fui, era ela a dirigente da turma, a turma 1 da Mocidade Luz Sérgio. Fui na semana seguinte e na outra também, depois da quarta semana de visita veio o convite para ser o Secretario da turma 3 junto da outra Dirigente que fazia EAE comigo.

A partir daí eu me envolvi mais com a EAE e com a Mocidade e suas atividades extras curriculares até chegar nesta foto. Eu queria concluir essa historia ressaltando a importância do envolvimento de todos os Dirigentes até o momento em que aceitei o convite, não porque eu era importante para o trabalho mas porque o trabalho foi muito importante para mim.

Abraços para todos e aproveite as oportunidades que a vida oferece para fazer o bem.
Até a próxima!

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MocidadeTV em “Um Curso que faz a Diferença”

Esse projeto que esta estreando aqui no DalheMongo com o objetivo de transmitirmos a opiniões e idéias de alunos e dirigentes da nossa regional. Queremos passar experiências das mais diversas, que nos todos proporcionamos na mocidade no dia-a-dia. Vamos utilizar desse programa também como instrumento de idéias, que a nossa mocidade tem como criação e conceito de que possa melhorar e ser utilizados em outras mocidades, mostrando que pode ser usado e da certo.

E que projetos como esse pode fazer parte da sua vida, dentro e fora da mocidade, com vontade, fé e amor podemos alcançar bons caminhos.

Hoje vamos falar sobre o curso de dirigentes, como é o pensamento de alunos que fé, os organizadores, bom divertimento e aproveitem!! xD

E no próximo programa: Quer arrecadar uma graninha para a sua regional? Saiba como fazer um evento supimpa, que renderá boas risadas, muita união e claro, uma verbinha para ajudar a financiar a ida para o Encontro de Mocidade! Aguarde!

Saudações,
Equipe MocidadeTV

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[Coluna] No início da palavra

Nada melhor do que iniciar esse longo relacionamento me explicando em relação a este nome, não é mesmo cidadãos Dalhamonguenses? “Artis Strictus” - Minha arte sobre palavras. E nesse momento as mentes se perguntam: qual o problema dessa garota? Onde ela quer chegar falando qualquer coisa em latim???

É caras mentes brilhantes… Em latim se chega ao longe (meu Deus, que pretensão!!!).

Tá bem, tá bem, vou começar de novo. E vou tentar que fique sério o papo agora ok? Vamos lá: “Artis Strictus” - Minha arte sobre palavras.
Artis em latim significa “artista”, e Strictus quer dizer “exato”. Ok, é nesse momento que vocês retornam à questão anterior: “Qual era o problema dela mesmo? Artista exato? Exatidão do artista? Onde fica a liberdade? E a criatividade?” Sem crise pessoal, vamos responder a todas estas perguntas. Não hoje, é claro. Mas vocês estão começando a entender o espírito do negócio. Agora quem pergunta sou eu: quem é o artista exato? O que seria esse tal de “artista exato”?

Mentes brilhantes, é hora de trabalhar! Mão na massa! Leu essa mensagem? Desculpe, vai ter que trabalhar. Trabalhar com arte, com criatividade. A ordem inicial é CRIAR. E antes de fazer aquela velha pergunta: “Mas criar o quê??” Não pense, crie. O artista exato sente, não pensa. O artista exato leva suas idéias todas bagunçadas para uma folha de papel, para uma página de Word no computador, para a última página da apostila do curso, para a parede da sua casa, seja pra onde for, pense no que for, e crie.

Para alguns, abstrato demais ainda? Para outros, mentes borbulhando já? Que tal algumas dicas? Precisamos entender como pensamos (parece estranho, eu sei) para deixar nosso pensamentos e idéias acontecerem de uma forma legal. Falando de criação, vamos a alguns passos.
Primeiramente identificamos algo que podemos chamar de problema, se assim quiserem. Então nosso problema de hoje será: fazer algo diferente na turma, e surpreender seus dirigentes (conte com sua turma para isso). Ótimo, já sabemos qual é o problema que precisamos solucionar.

Segundamente (sem comentários…), buscaremos dados para resolver nosso problema, é hora das alternativas. Para o nosso caso podemos pensar em algumas coisas como chegar mais cedo que eles e decorar a sala de vocês com fotos da turma, ou quem sabe no final da aula fazer uma serenata! Podemos também criar um momento à parte na turma, por exemplo depois dela, apenas para falarmos sobre “O impacto do efeito estufa no telhado da Casa Espírita” (seria fantástico hein?)
Enfim, após muito conversar com os amigos da turma, vocês finalmente decidem o que vão fazer. E por favor, devemos pensar com criatividade, ou seja, que tal olharmos para aquilo que já existe, e enxergarmos de outra forma? Isso sim é criatividade pessoal.

Então ficaremos combinados com o seguinte. Vocês façam este teste com as turmas (que os dirigentes não escutem isso), e depois postam aqui essas experiências, afinal de contas, criatividade também é transformar idéias já formadas!!!

Nas próximas edições da nossa coluna continuaremos falando desse assunto, e trarei mais algumas pequenas dicas para tornarmos nossos momentos um pouco mais interessantes, alegres, e por que não engraçados!?!?

“Ars gratia artis” - A arte engrandece o artista

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Ô Minas Gerais!

A reunião de Coordenadores Regionais de Mocidade acontece a cada 2 meses. Nesta reunião as regionais são representadas, alguns asssuntos são tratados como por exemplo: Encontro Geral, Encontro de Dirigentes de Mocidade e também as novidades de cada Regional. Esses assuntos são discutidos e as regionais assumem uma ou mais frentes de trabalho que existem dentro da Mocidade.

Mas não é só trabalho.

É um momento muito bom e alegre onde se faz muitas amizades e confraternizar é a palavra chefe. Além de trocar experiências e saber como está a Mocidade dos nossos companheiros.

Este é apenas o trailer do vídeo que fizemos durante a viagem para esta reunião e de tudo o que aconteceu lá. Divirta-se, em breve a versão completa.

Karla - Vale

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A relatividade das coisas

Muitas pessoas, ao pensarem na palavra relatividade, lembram-se, mesmo que nunca tenham estudado, daquela teoria proposta por Albert Einstein, a Teoria da Relatividade. Falarei aqui de um aspecto mais geral da palavra.

Pelo dicionário, relatividade é a qualidade ou estado do que é relativo.

O esporte mobiliza muitas pessoas. Tivemos, em um dos jogos da Taça Libertadores da América desse ano, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, um público de aproximadamente 80 mil pessoas. Abaixo, uma imagem do estádio.

Garanto que muitos brasileiros tinham o conhecimento desse número.

No dia 12 de Maio, um terremoto, de magnitude 7,9 na escala Richter, atingiu a China. Hoje temos a informação de que 80 mil pessoas foram confirmadas, pelo Governo de Pequim, mortas ou desaparecidas.

Garanto que muitos brasileiros não tinham o conhecimento desse número.

Esse é um exemplo de relatividade das coisas.

Como entendemos o mundo à nossa volta? Como agimos com o mundo à nossa volta?

O capítulo VI de O Livro dos Espíritos trata da lei de destruição, e mais especificamente dos Flagelos destruidores.

O capítulos XI e XXVII de O Evangelho segundo o espiritismo recebem os seguintes títulos: Amar o próximo como a si mesmo e Pedi e obtereis.

Criamos, então, em nossa mente, uma linha: sentimos, pensamos, agimos.

Sentimos por tudo aquilo que essas pessoas passaram e passam nesse momento. Pensamos em tudo aquilo que estudamos nos livros da Codificação, agimos. Agimos?

É claro que nem eu e nem a maioria das pessoas do mundo estão em condições de viajarem até a China. Fisicamente não. Em prece sim. A força do nosso pensamento é muito mais forte do que imaginamos, e o amor ao próximo não precisa ser dado apenas materialmente. Vibremos por todas essas pessoas para que elas tenham força e coragem para conseguirem enfrentar esse momento.

Tudo é relativo, e muitas vezes não fazemos nada porque pensamos que o mundo precisa de grandes ações. Eu faço as minhas pequenas partes, você faz as suas pequenas partes, e juntos chegaremos a resultados muito bons.

Pense nisso.

Yuri, Regional Vale.

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Judas traidor?

Muitos não conhecem sua história e sem qualquer conhecimento de causa julgam como o grande traídor. Será que ele prejudicou Jesus? Será que ele não fazia parte dos planos? Rafinha Bastos, um comediante bem famoso no circuito de peças de São Paulo, resolveu levantar esta questão e fez uma música.

Mais uma vez peço a delicadeza de ignorarem os palavrões e se atentem a hipótese de ver a traição pelo lado de Judas.

Vale como exercício. Será que costumamos nos colocamos no lugar dos outros?

Filippo - Vale

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Espiritismo em quadrinhos

Resolvi me aventurar nos quadrinhos. Daqui a pouco, como este blog anda, só vai faltar palavras cruzadas espíritas para termos um jornal completo, hein?

(Clique na imagem para ver a tirinha)

Crie você também a sua tirinha com temática espírita e envie para sac.dalhemongo@gmail.com que o Dalhe publicará aqui no blog!

Para criar sua tirinha, acesse: http://stripgenerator.com/create/

Filippo - Regional Vale

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