Um marco: Agora somos PONTO COM!

Olá queridos amigos,

São dois anos de história e hoje, teremos um recomeço. Com mais de 30.000 visitas acumuladas neste período – nos últimos meses alcançando 100 visitas diárias – percebemos que este espaço é maior que um blog!

É por isso que a partir de hoje, vida nova! Estamos migrando nosso blog para um site .com! Desta forma, poderemos adicionar serviços, trazer novidades e aprimorar nosso médium espírita de comunicação delivery.

Portanto, a partir de hoje, pedimos para que acessem (clique na imagem):

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Saudações DalheMonguerreiras,
HEY!

DalheMongo
Administrator Mor

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INTEGRAÇÃO DO JOVEM

O Trevo, Setembro de 1984.

O jovem, sentindo-se deslocado, incompreendido ou rejeitado pela família, procura apoio fora do lar. Formam-se os grupos, que podem ser de dois tipos:

a) grupo de apoio para a estagnação – onde os jovens, a pretexto de contestar, aderem a modismos que são manifestações superficiais, que chamam a atenção da sociedade; agridem a sociedade. Mostram que são auto-suficientes porque criaram seu próprio padrão de comportamento;

b) grupo de apoio para crescimento – revisão de si mesmos – onde os jovens procuram seriamente descobrir a razão de certas manifestações, promovendo uma reflexão em conjunto, a fim de expandir-se espiritualmente. O aspecto exterior (modismo) fica em plano secundário, uma vez que o jovem que adere a este grupo é do tipo progressista, ou, muitas vezes, é aquele que se cansou de pertencer ao grupo anterior e está em busca de novos horizontes. A Mocidade Espírita é um exemplo deste tipo de grupo de jovens.

O jovem do grupo “a” está em sofrimento permanente, um sofrimento nada gratificante, porque, estacionado como está, com a centelha encoberta pelos modismos, luta contra a lei natural, isto lhe causa revolta e ansiedade.

O jovem do grupo “b” pode até ter algum tipo de sofrimento, mas é o sofrimento gratificante do crescimento (tal qual as quedas do bebê que começa a manter-se de pé para os primeiros passos). Está de acordo com a lei natural, em sintonia com o Criador, libertando a centelha para o crescimento.

ISOLAMENTO E INTEGRAÇÃO

O jovem, como qualquer ser vivo, nunca está isolado. Está ligado a algum grupo que lhe dá apoio, onde ele se sente apoiado. Esse grupo pode ser a família ou os amigos. Tanto a família quanto os amigos podem ser grupos do tipo “a” ou “b”. A Mocidade Espírita tem obrigação de ser do tipo “b”, isto é, de apoio ao jovem para o crescimento espiritual, para libertação da centelha divina que existe em cada um de nós.

O que o jovem, que se sente isolado e rejeitado, precisa? Duas coisas: a) aceitação; b) compreensão.

O dirigente da Mocidade não deve fazer julgamento. Desde que o jovem busca a Mocidade, não importa seu passado; ele está à procura de novos caminhos. Devem ser oferecidos a ele os novos caminhos. O grupo de crescimento/amadurecimento espiritual deve ser um grupo aberto, não reacionário. Claro que deve ter suas normas disciplinares, mas essas normas existem exatamente para que haja liberdade de crescimento e para que o grupo não se deixe envolver por atitudes estagnadoras, que poderão até levá-lo a atitudes do grupo “a” de que falamos.

O dirigente deve mostrar-se aberto ao jovem que chega. E deve, também, compreender que muitas vezes é preciso – ao lado do apoio e da aceitação – indicar ao jovem o caminho da assistência espiritual (através dos passes), pois não podemos ignorar que há no plano espiritual muitos desencarnados retrógrados que não querem o progresso dos encarnados. Neste caso, o passe ajuda tanto o encarnado quanto o desencarnado a refletir melhor sobre renovação para o progresso.

Valentim Lorenzetti

FONTE: O Trevo.

O texto acima faz parte do Índice Geral de Assuntos do jornal O Trevo, da Aliança Espírita Evangélica. Ter acesso ao mesmo só foi possível devido a um grande trabalho de digitalização. O índice compreende o período de 1973 a 1999, referente aos Trevos números 1 a 303. O período de 1999 a 2008, será adicionado posteriormente.

O endereço: http://www.digmafra.com.br/aee/otrevo/

Saudações DalheMonguerreiras,
HEY!

DalheMongo
Administrator Mor

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EGM 2010: Você pode escolher o título do próximo encontro!

Uai, sô, que tal você ajudar a escolher o título do Encontro Geral 2010?
Se animou com a ideia, né?

A Equipe de Estudos do próximo encontro já está a todo vapor pensando nas atividades e em todo o embasamento do evento.

O tema já foi escolhido, vamos tentar explicá-lo para que você possa ajudar a elaborar um título bem bacana:

1) As coisas do mundo nos influenciam, certo? Porém todos nós também influenciamos o mundo à nossa volta através das nossas atitudes
2) Se o mundo está como está, há uma razão, que tal pensar no que podemos fazer para transformá-lo para melhor?
3) Você, jovem, no ponto em que o planeta Terra está é um indivíduo em transformação e um agente do bem com grande potencial para transformá-lo

E para fazer você refletir ainda mais, leia estes trechos do Evangelho:

“Trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços, a fim de que o Senhor, ao chegar, encontre acabada a obra. Vinde a mim, vós que sois bons servidores, vós que soubestes impor silêncio aos vossos ciúmes e às vossas discórdias, a fim de que daí não viesse dano para a obra!

Deus procede, neste momento, ao censo dos seus servidores fiéis e já marcou com o dedo aqueles cujo devotamento é apenas aparente, a fim de que não usurpem o salário dos servidores animosos, pois aos que não recuarem diante de suas tarefas é que ele vai confiar os postos mais difíceis na grande obra da regeneração pelo Espiritismo. Cumprir-se-ão estas palavras: “Os primeiros serão os últimos e os últimos serão os primeiros no reino dos céus. (O Espírito de Verdade. Paris, 1862.)

Bons espíritas, meus bem-amados, sois todos obreiros da última hora. Bem orgulhoso seria aquele que dissesse: comecei o trabalho ao alvorecer do dia e só o terminarei ao anoitecer. Todos viestes quando fostes chamados, um pouco mais cedo, um pouco mais tarde, para a encarnação cujos grilhões arrastais; mas há quantos séculos e séculos o Senhor vos chamava para a sua vinha, sem que quisésseis penetrar nela! Eis-vos no momento de embolsar o salário; empregai bem a hora que vos resta e não esqueçais nunca que a vossa existência, por longa que vos pareça, mais não é do que um instante fugitivo na imensidade dos tempos que formam para vós a eternidade. (Constantino, Espírito Protetor. Bordéus, 1863.)

A hora de fazer algo para mudar é agora! Lembra da “Parábola dos Trabalhadores da Última Hora“? Pense nela!

A primeira sugestão de título para o encontro vem da próprio Equipe de Estudos:

“Jovens da Última Hora”.

O desafio está lançado! Coloque a sua imaginação e criatividade para funcionar.

Mande sua sugestão pela Comunidade do Encontro Geral no Orkut, no tópico correspondente, até o dia 31 de julho.

A Equipe de Estudos vai selecionar as melhores e lançar uma enquete.

Espalhe a ideia de um encontro colaborativo na sua turma. Afinal, o encontro é para todos nós!

Um abraço,

Equipe de Comunicação
EGM 2010 – Regional Minas Gerais
http://alianca.org.br/

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Charge da Semana

Para ver a tirinha em alta definição, clique na imagem.
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Esta charge foi retirado do blog Espiritirinhas, de Wilton Pontes.

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Correntes de Espíritos | LS parte 12

As cartas de Luiz Sérgio são postadas sempre às terças-feira, às 10h. Para ver todas as cartas, clique aqui.

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Não se faz uma corrente sem
que ela se vá prolongando
por infinitas etapas de
evolução.

A vida aqui neste Plano não é um mar de rosas. Temos sérios embates, nos quais muitas vezes necessitamos usar uma relativa energia para podermos ajudar. Nossos mentores são enérgicos e cônscios de seus deveres. Aqui não há lugar para desmandos. Quem ainda não consegue ter força suficiente ou compreensão para manter-se dentro das normas estabelecidas, imediatamente é convidado a procurar outro grupo onde o aprendizado é mais suave. Como exigem disciplina! Não há, de forma alguma, recalcitrantes. Estes vão para outras colônias onde têm, de vez em quando, oportunidade de desobrigar-se das funções por vontade própria, porque o trabalho que exercem não exige atenção constante e pode ser abandonado sem prejuízo para outrem. Quanto mais aprendemos e executamos trabalho de maior alcance, mais conscientes temos de ser em nossa responsabilidade e de modo algum podemos ausentar-nos sem licença prévia. Seria bom que todos se fossem habituando disciplinando, se desejam progredir espiritualmente.

Veja que, para vir até aqui dar uma mensagem, deve-mos, em primeiro lugar, tomar conhecimento do trabalho programado. Caso ele seja de tal importância que requeira a atenção de todos nós, ninguém tomaria a iniciativa de pedir um afastamento de algumas horas sequer.

Se verificamos não haver tanta necessidade da presença de todo os encarregados da missão e se já conhecemos bem o serviço, então podemos pedir ao nosso mentor licença para nos ausentarmos, explicando-lhe motivo.

Aí começa uma série de praxes que todo estudante como eu deve seguir. Indagam-nos sobre o assunto do qual vamos tratar e conversam demoradamente sobre ele, a fim de verificarem se o conhecemos bem. Alertam-nos sobre tópicos que devemos evitar; enfim, dão-nos uma orientação. Até aí não sabemos se vamos obter a devida permissão para sair. Após esse preparo, se não tiver havido motivo que o impeça, recebemos a licença e os acompanhantes indicados. Somos agrupados em caravanas, pois ainda não devemos andar sozinhos.

Quando venho e não sou atendido, fico desapontado. Nosso mentor, com paciência, explica que faz parte de nosso aprendizado essa frustração que sentimos. Aos poucos, percebemos essa ansiedade ao ensejo de um contato com encarnados.

Faz uma semana que estou por aqui em estudos e tudo corre muito bem, de acordo com a missão de cada um. Percorri as casas de todos os meus parentes terrenos. Cada um procura seu caminho com maior ou menor facilidade, mas todos terminam fazendo o que devem. Aqui o aspecto não é diferente. É preciso deixar as preocupações inúteis e seguir de acordo com o trabalho que se tem a realizar.

Por falar em trabalho, estive observando o que o seu grupo está fazendo. Achei muito interessante e quase pedi para fazer parte das expedições noturnas, porém, como tinha outra atividade, achei que não iria cumprir bem nenhuma das duas e desisti. Como você sabe, à noite, enquanto seu corpo descansa, você sai com seu grupo para trabalhar. A vocês se juntam os irmãos da corrente de espíritos que os vêm buscar.

CORRENTE DE ESPÍRITOS – é assim chamada porque o grupo de irmãos em trabalho liga-se a vários outros grupos em diversos estágios da espiritualidade, para assegurarem a devida proteção e terem garantida a retaguarda, como dizemos. Não se faz uma corrente sem que ela se vá prolongando por infinitas etapas de evolução. Cada etapa, ou cada grupo de irmãos do mesmo nível de evolução, forma um ELO. Então, sim, depois de conseguida essa ligação, pode-se iniciar o trabalho.

A ligação pode ser feita de cima para baixo ou vice-versa. Falo com esses termos para que me compreende bem.

Quando os encarnados iniciam esses trabalhos aqui na Terra, fazem suas preces na tentativa de conseguir formar a corrente. Um elo dessa corrente compõe-se de elementos encarnados que procuram “subir”, no seu modo de dizer, e manter contato com outros grupos de espíritos, o mais alto que puderem alcançar. Está certo fazer assim. Em cada plano que conseguirem chegar entrarão em contato com irmãos preparados para isso, que, espiritualmente, darão cobertura aos trabalhos. Permanecerão em sintonia até que os mesmos sejam encerrados, quando, então, a corrente será desfeita. Nesse caso, a corrente foi formada de baixo para cima.

Entretanto, pode acontecer que um grupo de irmãos superiores necessite seja feito um trabalho no plano terreno e envie o projeto sucessivamente a várias entidades de outras camadas, assinalando precisar do Espírito encarnado para a sua realização final. São convocados os trabalhadores e, na hora predeterminada, forma-se, de cima para baixo, uma corrente que vai alcançar a criatura encarnada. Essa é a corrente formada de cima para baixo. Dependendo da importância do trabalho, ela pode ter início muito em cima ou no plano adequado encarregado da missão.

Os trabalhadores encarnados são convidados a deixar o corpo repousando e vão, conscientes, fazer o que devem. Recebem instruções como nós recebemos e seguem o grupo que está encarregado de agir. Cada qual é acompanhado nessa missão por um desencarnado experiente. Ao iniciarem o trabalho, se encontram dificuldades que não conseguem superar, recebem logo auxílio do grupo que forma elo imediatamente superior. Isso poderá acontecer novamente e, então, outro ele entrará em ação, até que tudo seja realizado.

O mecanismo desse intercâmbio ainda não sou capaz de explicar, mas posso relatar os fatos que já observei. Sempre que há necessidade de grandes e importantes trabalhos, é formada a corrente que – pode ter certeza – não falha nunca. Essa é a missão que seu grupo está cumprindo atualmente.

Gostaria de falar sobre outro assunto. Nem sempre consigo dizer exatamente o que quero, mas me esforço para chegar perto. Por exemplo, quando dizemos que aqui é tudo rarefeito em relação à matéria que conhecemos quando encarnados, fazem idéia de que a densidade relativa é rarefeita. Não, não é. As moléculas guardam entre si os mesmo espaços como na matéria. A matéria é que é diferente. Somos corpos iguais, de matéria diferente. Tudo se opera como se fôssemos gente mesmo. As diferenças estão nas propriedades dessa matéria, que não condiz exatamente com a que forma o mundo dos encarnados. Ela é mais “maleável” do que a da Terra. Fazemos coisas diferentes por métodos também diversos daqueles que usávamos aí. Isso é muito interessante.

Expliquei em minhas primeiras mensagens que conseguia atravessar as paredes das casas feitas por encarnados. Mas havia paredes que me repeliam. Lembra-se! Agora conheço a razão e vou fazer o possível para explicá-la de modo a que entenda.

Já ouviram dizer que tal qual construção parece ter alma?

Muitas casas, ou monumentos, ou seja lá o que for que se construa na Terra, algumas vezes constituem obra de tal importância (particular ou social) que muitos espíritos se empenham em ajudar a construir e dão até o seu auxílio manual, trabalhando ombro a ombro com os operários encarnados. Enquanto estes últimos manejam a cal e o cimento, os obreiros espirituais usam material próprio do plano em que vivem os desencarnados. A obra tornar-se uma dupla construção. Resultado, temos dificuldades em atravessá-la. Entendeu?

Prometo trazer sempre noções novas para os amigos. Sei que papai, mamãe, meu irmão e todos os outros vão ler isto que escrevi. Sei que mamãe vai corrigir as vírgulas e colocar em evidências algumas coisas. É assim mesmo. As mães são corujas com os filhos em qualquer plano em que estejam.

Um grande abraço amigo, deste amigo de todos os amigos.

Luiz Sérgio.

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O que VOCÊ pensa disso?

Mediunidade ou sobrenatural?

Filippo – Vale

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Minissérie: Som & Fúria

Primeiro ato. Dentro do banheiro, o diretor da peça (Felipe Camargo) tenta desobstruir a privada, enquanto equilibra o (não) pagamento das contas. Brandindo seu desentupidor, ele ensaia “A Tempestade” em um teatro caindo aos pedaços.

Segundo ato. Um acomodado veterano da encenação (Pedro Paulo Rangel) estreia seu quarto “Sonho de uma Noite de Verão”, sem ter nada de seu para transmitir aos atores. Ele mesmo não acredita no que faz ali.

Terceiro ato. Uma conversa telefônica vai unir esses dois mundos. Pela última vez. Atropelado por um caminhão de presunto, o personagem de Rangel vira o fantasma que vai perseguir Camargo numa montagem de “Hamlet”.

Assim é “Som & Fúria”.

A ideia surgiu de Fernando Meirelles, que encabeça o time de diretores, após ver a canadense “Slings and Arrows”. “Eu me interessei pela possibilidade de falar sobre as peças de Shakespeare e pude matar a vontade de filmar com vários atores de quem sou fã”, diz ele.

No elenco, ainda estão Andréa Beltrão, Dan Stulbach e Daniel de Oliveira, entre outros. Mesmo com carta branca para mudar o que quisesse, fez uma adaptação fiel ao original. “Encurtei só uns 20% e enfiei algumas piadas que me ocorreram no processo e só funcionam aqui no Brasil.”

Com isso, o ator que vai viver Hamlet muda de um protagonista de filmes de ação para um galã-surfista da novela das sete. Ou, enquanto lá fora a companhia busca apoio financeiro de mecenas, no Brasil o administrador do grupo vai passar o chapéu no Ministério da Cultura. “Botei também um publicitário [Rodrigo Santoro] que é um tremendo 171 e, para impressionar seu cliente, vive citando o Sarney. Fui profético.”

Mas Meirelles diz ter segurado o tom, “porque o humor no Brasil tende a ser um pouco mais exagerado”. A série é ambientada quase 85% em estúdio ou no Teatro Municipal de São Paulo, onde foi filmada em julho passado.

A produção ficou a cargo da O2 Filmes e conta com outros quatro diretores: Gisele Barroco, Toniko Melo, Rodrigo Meirelles e Fabrizia Pinto. Ao final, a trama não é conclusiva. Seria uma segunda temporada a vir?

“A porta ficou aberta. Acho que, se tivermos uma audiência razoável, ali pelos 20 ou 21 pontos, há chances de a Globo nos pedir uma segunda rodada para o ano que vem. Se isso acontecer, adaptaria o “Rei Lear”, também já feito pelos canadenses, e depois escreveria do zero com a atriz Cecília Homem de Mello uma trama sobre uma montagem de “Ricardo 3º ou quem sabe “Otelo”, como me sugeriram Felipe Camargo e Rangel. Tomara que dê certo, porque eu adoraria brincar de teatro novamente.”

Quando: às 22h30, na Globo; de ter. a sex.; até 24/7.

FONTE: Folha Online

Para mais, Navegue por assunto em cinema.

Yuri, VALE.

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