Archive for 2009

INTEGRAÇÃO DO JOVEM

O Trevo, Setembro de 1984.

O jovem, sentindo-se deslocado, incompreendido ou rejeitado pela família, procura apoio fora do lar. Formam-se os grupos, que podem ser de dois tipos:

a) grupo de apoio para a estagnação – onde os jovens, a pretexto de contestar, aderem a modismos que são manifestações superficiais, que chamam a atenção da sociedade; agridem a sociedade. Mostram que são auto-suficientes porque criaram seu próprio padrão de comportamento;

b) grupo de apoio para crescimento – revisão de si mesmos – onde os jovens procuram seriamente descobrir a razão de certas manifestações, promovendo uma reflexão em conjunto, a fim de expandir-se espiritualmente. O aspecto exterior (modismo) fica em plano secundário, uma vez que o jovem que adere a este grupo é do tipo progressista, ou, muitas vezes, é aquele que se cansou de pertencer ao grupo anterior e está em busca de novos horizontes. A Mocidade Espírita é um exemplo deste tipo de grupo de jovens.

O jovem do grupo “a” está em sofrimento permanente, um sofrimento nada gratificante, porque, estacionado como está, com a centelha encoberta pelos modismos, luta contra a lei natural, isto lhe causa revolta e ansiedade.

O jovem do grupo “b” pode até ter algum tipo de sofrimento, mas é o sofrimento gratificante do crescimento (tal qual as quedas do bebê que começa a manter-se de pé para os primeiros passos). Está de acordo com a lei natural, em sintonia com o Criador, libertando a centelha para o crescimento.

ISOLAMENTO E INTEGRAÇÃO

O jovem, como qualquer ser vivo, nunca está isolado. Está ligado a algum grupo que lhe dá apoio, onde ele se sente apoiado. Esse grupo pode ser a família ou os amigos. Tanto a família quanto os amigos podem ser grupos do tipo “a” ou “b”. A Mocidade Espírita tem obrigação de ser do tipo “b”, isto é, de apoio ao jovem para o crescimento espiritual, para libertação da centelha divina que existe em cada um de nós.

O que o jovem, que se sente isolado e rejeitado, precisa? Duas coisas: a) aceitação; b) compreensão.

O dirigente da Mocidade não deve fazer julgamento. Desde que o jovem busca a Mocidade, não importa seu passado; ele está à procura de novos caminhos. Devem ser oferecidos a ele os novos caminhos. O grupo de crescimento/amadurecimento espiritual deve ser um grupo aberto, não reacionário. Claro que deve ter suas normas disciplinares, mas essas normas existem exatamente para que haja liberdade de crescimento e para que o grupo não se deixe envolver por atitudes estagnadoras, que poderão até levá-lo a atitudes do grupo “a” de que falamos.

O dirigente deve mostrar-se aberto ao jovem que chega. E deve, também, compreender que muitas vezes é preciso – ao lado do apoio e da aceitação – indicar ao jovem o caminho da assistência espiritual (através dos passes), pois não podemos ignorar que há no plano espiritual muitos desencarnados retrógrados que não querem o progresso dos encarnados. Neste caso, o passe ajuda tanto o encarnado quanto o desencarnado a refletir melhor sobre renovação para o progresso.

Valentim Lorenzetti

FONTE: O Trevo.

O texto acima faz parte do Índice Geral de Assuntos do jornal O Trevo, da Aliança Espírita Evangélica. Ter acesso ao mesmo só foi possível devido a um grande trabalho de digitalização. O índice compreende o período de 1973 a 1999, referente aos Trevos números 1 a 303. O período de 1999 a 2008, será adicionado posteriormente.

O endereço: http://www.digmafra.com.br/aee/otrevo/

Saudações DalheMonguerreiras,
HEY!

DalheMongo
Administrator Mor

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EGM 2010: Você pode escolher o título do próximo encontro!

Uai, sô, que tal você ajudar a escolher o título do Encontro Geral 2010?
Se animou com a ideia, né?

A Equipe de Estudos do próximo encontro já está a todo vapor pensando nas atividades e em todo o embasamento do evento.

O tema já foi escolhido, vamos tentar explicá-lo para que você possa ajudar a elaborar um título bem bacana:

1) As coisas do mundo nos influenciam, certo? Porém todos nós também influenciamos o mundo à nossa volta através das nossas atitudes
2) Se o mundo está como está, há uma razão, que tal pensar no que podemos fazer para transformá-lo para melhor?
3) Você, jovem, no ponto em que o planeta Terra está é um indivíduo em transformação e um agente do bem com grande potencial para transformá-lo

E para fazer você refletir ainda mais, leia estes trechos do Evangelho:

“Trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços, a fim de que o Senhor, ao chegar, encontre acabada a obra. Vinde a mim, vós que sois bons servidores, vós que soubestes impor silêncio aos vossos ciúmes e às vossas discórdias, a fim de que daí não viesse dano para a obra!

Deus procede, neste momento, ao censo dos seus servidores fiéis e já marcou com o dedo aqueles cujo devotamento é apenas aparente, a fim de que não usurpem o salário dos servidores animosos, pois aos que não recuarem diante de suas tarefas é que ele vai confiar os postos mais difíceis na grande obra da regeneração pelo Espiritismo. Cumprir-se-ão estas palavras: “Os primeiros serão os últimos e os últimos serão os primeiros no reino dos céus. (O Espírito de Verdade. Paris, 1862.)

Bons espíritas, meus bem-amados, sois todos obreiros da última hora. Bem orgulhoso seria aquele que dissesse: comecei o trabalho ao alvorecer do dia e só o terminarei ao anoitecer. Todos viestes quando fostes chamados, um pouco mais cedo, um pouco mais tarde, para a encarnação cujos grilhões arrastais; mas há quantos séculos e séculos o Senhor vos chamava para a sua vinha, sem que quisésseis penetrar nela! Eis-vos no momento de embolsar o salário; empregai bem a hora que vos resta e não esqueçais nunca que a vossa existência, por longa que vos pareça, mais não é do que um instante fugitivo na imensidade dos tempos que formam para vós a eternidade. (Constantino, Espírito Protetor. Bordéus, 1863.)

A hora de fazer algo para mudar é agora! Lembra da “Parábola dos Trabalhadores da Última Hora“? Pense nela!

A primeira sugestão de título para o encontro vem da próprio Equipe de Estudos:

“Jovens da Última Hora”.

O desafio está lançado! Coloque a sua imaginação e criatividade para funcionar.

Mande sua sugestão pela Comunidade do Encontro Geral no Orkut, no tópico correspondente, até o dia 31 de julho.

A Equipe de Estudos vai selecionar as melhores e lançar uma enquete.

Espalhe a ideia de um encontro colaborativo na sua turma. Afinal, o encontro é para todos nós!

Um abraço,

Equipe de Comunicação
EGM 2010 – Regional Minas Gerais
http://alianca.org.br/

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Minissérie: Som & Fúria

Primeiro ato. Dentro do banheiro, o diretor da peça (Felipe Camargo) tenta desobstruir a privada, enquanto equilibra o (não) pagamento das contas. Brandindo seu desentupidor, ele ensaia “A Tempestade” em um teatro caindo aos pedaços.

Segundo ato. Um acomodado veterano da encenação (Pedro Paulo Rangel) estreia seu quarto “Sonho de uma Noite de Verão”, sem ter nada de seu para transmitir aos atores. Ele mesmo não acredita no que faz ali.

Terceiro ato. Uma conversa telefônica vai unir esses dois mundos. Pela última vez. Atropelado por um caminhão de presunto, o personagem de Rangel vira o fantasma que vai perseguir Camargo numa montagem de “Hamlet”.

Assim é “Som & Fúria”.

A ideia surgiu de Fernando Meirelles, que encabeça o time de diretores, após ver a canadense “Slings and Arrows”. “Eu me interessei pela possibilidade de falar sobre as peças de Shakespeare e pude matar a vontade de filmar com vários atores de quem sou fã”, diz ele.

No elenco, ainda estão Andréa Beltrão, Dan Stulbach e Daniel de Oliveira, entre outros. Mesmo com carta branca para mudar o que quisesse, fez uma adaptação fiel ao original. “Encurtei só uns 20% e enfiei algumas piadas que me ocorreram no processo e só funcionam aqui no Brasil.”

Com isso, o ator que vai viver Hamlet muda de um protagonista de filmes de ação para um galã-surfista da novela das sete. Ou, enquanto lá fora a companhia busca apoio financeiro de mecenas, no Brasil o administrador do grupo vai passar o chapéu no Ministério da Cultura. “Botei também um publicitário [Rodrigo Santoro] que é um tremendo 171 e, para impressionar seu cliente, vive citando o Sarney. Fui profético.”

Mas Meirelles diz ter segurado o tom, “porque o humor no Brasil tende a ser um pouco mais exagerado”. A série é ambientada quase 85% em estúdio ou no Teatro Municipal de São Paulo, onde foi filmada em julho passado.

A produção ficou a cargo da O2 Filmes e conta com outros quatro diretores: Gisele Barroco, Toniko Melo, Rodrigo Meirelles e Fabrizia Pinto. Ao final, a trama não é conclusiva. Seria uma segunda temporada a vir?

“A porta ficou aberta. Acho que, se tivermos uma audiência razoável, ali pelos 20 ou 21 pontos, há chances de a Globo nos pedir uma segunda rodada para o ano que vem. Se isso acontecer, adaptaria o “Rei Lear”, também já feito pelos canadenses, e depois escreveria do zero com a atriz Cecília Homem de Mello uma trama sobre uma montagem de “Ricardo 3º ou quem sabe “Otelo”, como me sugeriram Felipe Camargo e Rangel. Tomara que dê certo, porque eu adoraria brincar de teatro novamente.”

Quando: às 22h30, na Globo; de ter. a sex.; até 24/7.

FONTE: Folha Online

Para mais, Navegue por assunto em cinema.

Yuri, VALE.

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Apoio às Mocidades

O Trevo, Junho de 1984.

Em vista das necessidades de desenvolvimento do setor de Mocidades da Aliança, há alguns meses componentes de diversas turmas de Mocidade de grupos integrados reuniram-se para definir rumos e objetivos neste campo de atuação, dando origem à “Comissão de Apoio às Mocidades” da Aliança Espírita Evangélica.

Os objetivos desta comissão podem ser resumidos basicamente em:

a) oferecer condições para que os centros espíritas que ainda não tenham Mocidade possam partir para sua realização, através de esforços adequados de planejamento, organização e efetivação, com base nos programas de estudo e atividades estabelecidos pela Aliança (cf. “Vivência do Espiritismo Religioso”, 2ª ed.).

b) dar suporte às Mocidades em funcionamento, em termos de material didático, sugestões de atividade, material para divulgação, escala de expositores e reciclagem de informação dos dirigentes.

c) promover intercâmbio de experiências, confraternização entre turmas, sustentação através de uma corrente de vibrações que interligue as Mocidades de todos os Grupos Integrados.

d) motivar a participação ativa das Mocidades em eventos e trabalhos  promovidos pela Aliança Espírita Evangélica.

Dessa forma, julgamos interessantes que grupos que já possuam Mocidades em funcionamento e, principalmente, grupos que não tenham ainda sua turma de Mocidade, entrem em contato com esta Comissão, para dar e receber apoio dos demais. Para isto é importante reconhecermos a necessidade da Mocidade Espírita para manter o potencial de trabalho e renovação na casa espírita.

Convidamos todos os Centros Espíritas interessados a participar das reuniões da Comissão (…).

FONTE: O Trevo.

O texto acima faz parte do Índice Geral de Assuntos do jornal O Trevo, da Aliança Espírita Evangélica. Ter acesso ao mesmo só foi possível devido a um grande trabalho de digitalização. O índice compreende o período de 1973 a 1999, referente aos Trevos números 1 a 303. O período de 1999 a 2008, será adicionado posteriormente.

O endereço: http://www.digmafra.com.br/aee/otrevo/

Saudações DalheMonguerreiras,
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DalheMongo
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