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Correntes de Espíritos | LS parte 12

As cartas de Luiz Sérgio são postadas sempre às terças-feira, às 10h. Para ver todas as cartas, clique aqui.

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Não se faz uma corrente sem
que ela se vá prolongando
por infinitas etapas de
evolução.

A vida aqui neste Plano não é um mar de rosas. Temos sérios embates, nos quais muitas vezes necessitamos usar uma relativa energia para podermos ajudar. Nossos mentores são enérgicos e cônscios de seus deveres. Aqui não há lugar para desmandos. Quem ainda não consegue ter força suficiente ou compreensão para manter-se dentro das normas estabelecidas, imediatamente é convidado a procurar outro grupo onde o aprendizado é mais suave. Como exigem disciplina! Não há, de forma alguma, recalcitrantes. Estes vão para outras colônias onde têm, de vez em quando, oportunidade de desobrigar-se das funções por vontade própria, porque o trabalho que exercem não exige atenção constante e pode ser abandonado sem prejuízo para outrem. Quanto mais aprendemos e executamos trabalho de maior alcance, mais conscientes temos de ser em nossa responsabilidade e de modo algum podemos ausentar-nos sem licença prévia. Seria bom que todos se fossem habituando disciplinando, se desejam progredir espiritualmente.

Veja que, para vir até aqui dar uma mensagem, deve-mos, em primeiro lugar, tomar conhecimento do trabalho programado. Caso ele seja de tal importância que requeira a atenção de todos nós, ninguém tomaria a iniciativa de pedir um afastamento de algumas horas sequer.

Se verificamos não haver tanta necessidade da presença de todo os encarregados da missão e se já conhecemos bem o serviço, então podemos pedir ao nosso mentor licença para nos ausentarmos, explicando-lhe motivo.

Aí começa uma série de praxes que todo estudante como eu deve seguir. Indagam-nos sobre o assunto do qual vamos tratar e conversam demoradamente sobre ele, a fim de verificarem se o conhecemos bem. Alertam-nos sobre tópicos que devemos evitar; enfim, dão-nos uma orientação. Até aí não sabemos se vamos obter a devida permissão para sair. Após esse preparo, se não tiver havido motivo que o impeça, recebemos a licença e os acompanhantes indicados. Somos agrupados em caravanas, pois ainda não devemos andar sozinhos.

Quando venho e não sou atendido, fico desapontado. Nosso mentor, com paciência, explica que faz parte de nosso aprendizado essa frustração que sentimos. Aos poucos, percebemos essa ansiedade ao ensejo de um contato com encarnados.

Faz uma semana que estou por aqui em estudos e tudo corre muito bem, de acordo com a missão de cada um. Percorri as casas de todos os meus parentes terrenos. Cada um procura seu caminho com maior ou menor facilidade, mas todos terminam fazendo o que devem. Aqui o aspecto não é diferente. É preciso deixar as preocupações inúteis e seguir de acordo com o trabalho que se tem a realizar.

Por falar em trabalho, estive observando o que o seu grupo está fazendo. Achei muito interessante e quase pedi para fazer parte das expedições noturnas, porém, como tinha outra atividade, achei que não iria cumprir bem nenhuma das duas e desisti. Como você sabe, à noite, enquanto seu corpo descansa, você sai com seu grupo para trabalhar. A vocês se juntam os irmãos da corrente de espíritos que os vêm buscar.

CORRENTE DE ESPÍRITOS – é assim chamada porque o grupo de irmãos em trabalho liga-se a vários outros grupos em diversos estágios da espiritualidade, para assegurarem a devida proteção e terem garantida a retaguarda, como dizemos. Não se faz uma corrente sem que ela se vá prolongando por infinitas etapas de evolução. Cada etapa, ou cada grupo de irmãos do mesmo nível de evolução, forma um ELO. Então, sim, depois de conseguida essa ligação, pode-se iniciar o trabalho.

A ligação pode ser feita de cima para baixo ou vice-versa. Falo com esses termos para que me compreende bem.

Quando os encarnados iniciam esses trabalhos aqui na Terra, fazem suas preces na tentativa de conseguir formar a corrente. Um elo dessa corrente compõe-se de elementos encarnados que procuram “subir”, no seu modo de dizer, e manter contato com outros grupos de espíritos, o mais alto que puderem alcançar. Está certo fazer assim. Em cada plano que conseguirem chegar entrarão em contato com irmãos preparados para isso, que, espiritualmente, darão cobertura aos trabalhos. Permanecerão em sintonia até que os mesmos sejam encerrados, quando, então, a corrente será desfeita. Nesse caso, a corrente foi formada de baixo para cima.

Entretanto, pode acontecer que um grupo de irmãos superiores necessite seja feito um trabalho no plano terreno e envie o projeto sucessivamente a várias entidades de outras camadas, assinalando precisar do Espírito encarnado para a sua realização final. São convocados os trabalhadores e, na hora predeterminada, forma-se, de cima para baixo, uma corrente que vai alcançar a criatura encarnada. Essa é a corrente formada de cima para baixo. Dependendo da importância do trabalho, ela pode ter início muito em cima ou no plano adequado encarregado da missão.

Os trabalhadores encarnados são convidados a deixar o corpo repousando e vão, conscientes, fazer o que devem. Recebem instruções como nós recebemos e seguem o grupo que está encarregado de agir. Cada qual é acompanhado nessa missão por um desencarnado experiente. Ao iniciarem o trabalho, se encontram dificuldades que não conseguem superar, recebem logo auxílio do grupo que forma elo imediatamente superior. Isso poderá acontecer novamente e, então, outro ele entrará em ação, até que tudo seja realizado.

O mecanismo desse intercâmbio ainda não sou capaz de explicar, mas posso relatar os fatos que já observei. Sempre que há necessidade de grandes e importantes trabalhos, é formada a corrente que – pode ter certeza – não falha nunca. Essa é a missão que seu grupo está cumprindo atualmente.

Gostaria de falar sobre outro assunto. Nem sempre consigo dizer exatamente o que quero, mas me esforço para chegar perto. Por exemplo, quando dizemos que aqui é tudo rarefeito em relação à matéria que conhecemos quando encarnados, fazem idéia de que a densidade relativa é rarefeita. Não, não é. As moléculas guardam entre si os mesmo espaços como na matéria. A matéria é que é diferente. Somos corpos iguais, de matéria diferente. Tudo se opera como se fôssemos gente mesmo. As diferenças estão nas propriedades dessa matéria, que não condiz exatamente com a que forma o mundo dos encarnados. Ela é mais “maleável” do que a da Terra. Fazemos coisas diferentes por métodos também diversos daqueles que usávamos aí. Isso é muito interessante.

Expliquei em minhas primeiras mensagens que conseguia atravessar as paredes das casas feitas por encarnados. Mas havia paredes que me repeliam. Lembra-se! Agora conheço a razão e vou fazer o possível para explicá-la de modo a que entenda.

Já ouviram dizer que tal qual construção parece ter alma?

Muitas casas, ou monumentos, ou seja lá o que for que se construa na Terra, algumas vezes constituem obra de tal importância (particular ou social) que muitos espíritos se empenham em ajudar a construir e dão até o seu auxílio manual, trabalhando ombro a ombro com os operários encarnados. Enquanto estes últimos manejam a cal e o cimento, os obreiros espirituais usam material próprio do plano em que vivem os desencarnados. A obra tornar-se uma dupla construção. Resultado, temos dificuldades em atravessá-la. Entendeu?

Prometo trazer sempre noções novas para os amigos. Sei que papai, mamãe, meu irmão e todos os outros vão ler isto que escrevi. Sei que mamãe vai corrigir as vírgulas e colocar em evidências algumas coisas. É assim mesmo. As mães são corujas com os filhos em qualquer plano em que estejam.

Um grande abraço amigo, deste amigo de todos os amigos.

Luiz Sérgio.

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A Nova Vida | LS Parte 2

As cartas de Luiz Sérgio são postadas sempre às terças-feira, às 10h. Para entender, clique aqui.

1“O que já não era voltou a ser
e o que era já não é mais,
ainda vai ser.”

Veja você que só agora pude vir a escrever e dar notícias daqui. Ainda estou meio embaraçado com a nova vida. Tudo mudou; o que já não era voltou a ser e o que era já não é mais, ainda vai ser.  Compreendeu?

É difícil para a gente se adaptar. Mas já consegui muita coisa. Estou aqui para dar notícias. Estive na casa da Valquíria, mas ela não me percebeu e não tive como fazer-me notar. Lembrei-me de que você era espírita e que podia me entender. É bom a gente poder comunicar-se com os vivos. Lembra-se muita coisa. Eu já pude comunicar-me com os meus pais através de pessoas que são como você [médiuns].

Hoje, já não tenho mais medo de atrapalhar-me, porque entendi que tudo não passou de uma transformação e que o choque sofrido não podia ser conseqüência grave para mim, porque ele foi físico. Eu agora não tenho mais corpo físico, mais ainda tenho corpo. Interessante observar as propriedades deste corpo. São inteiramente diversas, no campo físico, das que tinha antes. Se dois corpos não podiam ocupar o mesmo espaço, agora podem, já que eu posso me incorporar em “massa física” se ela me repele. Então, eu a contorno, buscando uma superfície não repelente: aí eu atravesso.

Interessante como a pseudogravidade não atinge de maneira direta. Há uma força dentro de mim que anula qualquer atração e eu posso afastar-me do chão da Terra. Aliás, há outros chãos que nós não sabíamos. Eu nunca imaginei como seria e gostaria de contar, mas estou achando difícil. Se você conhecesse bem a Física, talvez eu pudesse explicar melhor. Há uma densidade relativa na matéria que circunda a Terra e nela a gente se apóia para firmar os passos. Conforme caminhamos, pode acontecer que não consiga mais apoio e corre-se o risco de “afundar”, como nas águas. Nosso corpo não agüenta a rarefação. Então, voltamos para lugar mais firme em relação à nossa densidade. Não sei se vai ser sempre assim. Talvez aprenda medidas que me tornem capaz de poder transitar nesses lugares que ainda estão interditados para mim, devido à inexperiência.

Não é fácil a gente se acostumar com o novo corpo. Novo é a maneira de dizer, porque eu já o possuía em estado latente. Assim que fiquei sem o corpo físico ele se formou sobre o molde mental. É um fato que precisamos dar a conhecer aos outros. Como ninguém percebe que isto acontece? Estuda-se tanto e no fim morre-se ignorando as coisas principais.

É de se admirar que a gente não guarde na memória tudo o que acontece, porque, segundo me disseram, já morri e nasci muitas vezes. Entretanto, não me lembro de nada disso. É uma pena, pois a gente podia ajudar muito a Ciência.

Agora veja como na Terra ainda falta muita coisa para ser descoberta. É preciso que alguém acorde e descubra o universo que vive em volta de nosso mundo. Coisas incríveis acontecem em lugares comuns às nossas vidas física e não física. Os fatos se dão na mesma área e se influenciam de tal forma que notamos haver uma relação decorrente de que esta passando uma outra espécie de formação, influências essas que ambas recebem. Não sei se estou empregando os termos adequados. Sei que consegui separar bem as idéias de físico e extrafísico e tirei minhas deduções empregando termos que eu mesmo atribuí aos fenômenos diferentes que vejo, relacionando-os com os do plano físico de onde eu vim.

Isto tudo é muito interessante mesmo. Pena eu não ter sabido que você conhecia tudo isso, porque me teria informado melhor.

Imagine que quando morri, logo levantei-me e pensei que tinha acordado de um desmaio. Não me ocorreu olhar para trás e ver meu corpo estendido. Procurei os outros e, quando vi meu companheiro ferido, quis buscar socorro. Corri para minha casa, depois em busca dos colegas e só muito depois entendi que já não era mais ouvido e que tinha morrido. Creio que tive um choque pensando em minha mãe. Foi pena, porque ela sofreu muito e ainda sofre.

Entretanto, fiz tudo o que eu podia para dizer-lhe que eu estava vivo*. A vibração de minha palavra não se transmitia pelo ar pesado, mas por outro ar mais leve que entremeia a atmosfera, porém os ouvidos do corpo não acusam recebimento. Ela não consegue atuar nos nervos ou no aparelho auditivo do corpo físico. Depois eu entendi tudo isso. É como se houvesse uma duplicata do mundo, feita de material menos denso, mais leve, ou, talvez, uma outra forma de matéria. Ainda não sei muito bem. Já fiz muitas observações com pessoas mais cultas que me podem explicar melhor. Logo compreendi como podia comunicar-me com certas pessoas que conseguem entender o pensamento. Você deve saber que eu não estou escrevendo naturalmente. Eu me liguei ao seu cérebro e atuo em sua mão como se fosse escrever. Imagino todas as letras e você as escreve. Muito interessante mesmo. Creio que é mais fácil do que se eu próprio escrevesse.

* Através de outros médiuns, recebemos ligeiros recados, anteriores à primeira mensagem deste livro. (Nota dos pais de Luiz Sérgio)

Gostei muito de poder transmitir minhas observações a você; irei fazer outras e voltarei, pois sei que tem capacidade para compreender. Aliás, eu não sei ainda até onde vai o seu conhecimento deste novo mundo onde estou. Pode ser que já o conheça melhor do que eu!

Nada deixei no plano físico que me fizesse falta aqui, porque possuo tudo aquilo de que preciso. Encontrei amigos, parentes e outras pessoas que diziam conhecer-me, mas eu não lembro delas. Acordo de manhã com o sol e me deito à noite com a escuridão. Vejo o luar. E também há água! Um pouco diferente, porque é mais leve. É suave ao tomarmos. Não sei se a constituição dela é H2O. Aliás, nem sei se respiro oxigênio.

Vou ter de entrar para uma escola. Já soube que existem muitas e estou retemperando-me para freqüentar uma. O engraçado é que neste novo mundo não se entra como criança, já se entra como adulto. Sim, vemos crianças que são pessoas que vêm do físico pesado, denso. Elas depois adquirem fisionomia de adultos. Olha que muita coisa eu poderia contar, mas não é possível resumir tudo. Não quero falar de outras pessoas que estão aqui, porque é possível que não gostem.

Agora, quero pedir-lhe um pequeno favor, um favorzinho. Aqui perto de onde estou agora há uma pessoa que eu lastimei ter deixado. Você sabe quem é. Eu gostaria de deixar algumas palavras escritas para ela.

“Valquíria

O mundo não acabou e o fim de uma vida foi o começo de outra. Um dia pode acontecer de nós nos encontramos de novo, aqui ou aí… Então, talvez eu seja mesmo louco, mais prudente e possamos pensar em sonhar outra vez. Não se importe mais comigo. Eu já era. Procure viver bem sua vida. Se você chegar a vir para cá eu estarei aqui. Mas não venha agora, não. Sua vida é boa e você tem meios para aproveitar bem. Viva onde está. Eu vou viver aqui neste país ou neste mundo, igual e diferente de sonho ou de realidade. Não sei se sonhei quando estava vivo ou se sonho agora que morri. Você talvez tenha sido uma imagem de sonho e agora a realidade a apagou. É a materialização de alguém ou a desmaterialização da realidade? É neste estado de espírito que me encontro. Ainda falta muito para eu conseguir firmar-me nesta espécie de vida. Entretanto, como todo mundo vai ter de morrer, é melhor ir pensando na possibilidade de ser diferente e não ser como é, pois um dia será como é em lugar de ser como foi. Entendeu? Aqui deixo minha lembrança apenas.”

Muito, muito, muito obrigado. Até outra visita.
LUIZ SÉRGIO.

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Se necessário for, levaremos o dobro de amor.

Mais um encontro no VALE. Sentimentos totalmente novos. Quando pensamos em discutir violência, pensamos também em como não cair na mesmice. O mundo fala todos os dias de violência, não é mesmo? O engraçado é que, se a gente parar pra pensar, quase nunca refletimos sobre as coisas que a gente olha todos os dias nos jornais, e muito menos pra sentir. Precisamos sentir mais. Acho que isso foi diferente, sentimos. Quando a gente tenta sentir o mundo, acho que tudo fica mais forte, e lutamos mais para melhorá-lo.

Gostaria então de agradecer a cada um que fez com que isso fosse possível.

Agradecer a equipe de ESTRUTURA, sem a qual nada conseguiríamos. Preparar tudo antes do encontro, arrumar e cuidar da escola, cozinhar, comprar, e todas essas coisas que são importantíssimas, e que muitas vezes nem percebemos que acontecem.

Agradecer a equipe de ATIVIDADES, que deu a cara ao encontro, que fez com que fosse possível que sentíssemos e pensássemos. Foram meses de preparação, de discussões, de reuniões, tudo isso para que tudo pudesse dar certo.

Agradecer ao PLANO ESPIRITUAL, que sempre esteve conosco, todos os dias, ao lado de cada um, ajudando, fortalecendo, planejando em conjunto. Acreditem, nada do que fizemos e fazemos foi ou será feito sem o apoio deles, sempre estamos e estaremos amparados.

Agradecer aos ALUNOS. Esse agradecimento é especial. Tudo aquilo que fizemos foi pelos alunos. Sem vocês não teríamos a chance de participar de um trabalho tão bonito, de uma coisa tão especial. Por vocês, e porque acreditamos que cada um é especial e pode melhorar o mundo e principalmente a si mesmo, é que nos esforçamos tanto.

O encontro não é o principal trabalho, e precisamos saber disso. A mocidade é. Nossas turmas, nossas aulas, nossa convivência. Mas o encontro fortalece, faz com que a gente perceba que somos muito mais do que um. Faz com que a gente perceba que podemos sim dar não só o dobro, mas o triplo, o quádruplo, ou todo o amor que for preciso, por nós mesmos, e pelo próximo. Para finalizar, o vídeo de encerramento, by Carlinha.


Yuri, regional VALE.

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A próxima revolução é sua

Espero que vcs, amigos que eu tanto amo, não entendam este texto como um “puxão de orelha” e sim uma reflexão.

Andei dando uma olhada nos textos aqui do blog.(melhor, vi parada mesmo, no meu pc……huahuaha….já perceberam q sou eu, né?) O legal dessa tal modernidade é a gente poder ter notícias de amigos que não vemos a séculos, ver o que todos têm feito.Acho que a grande marca da mocidade, da juventude como um todo, é a alegria. E isso nossas mocidade têm de sobra.

Mas outra marca também é a revolução.

Em todos os tempos, as mudanças sociais têm sido feitas por jovens. Muitos pegaram em armas, outros fizeram à revolução sexual e ainda muitos gritaram aos quatro ventos “Que país é esse?!!!!”

Enfim, tentaram de tudo. Hoje acredito que já sabemos que a violência não leva a nada. Que desejar tirar o presidente do comando do país, não o melhor (sempre vem um igual). Ir as ruas pedindo justiça e vergonha na cara também já ta fora de moda.

Aí eu me pergunto o que fazer agora pra continuar revolucionando????? Não se aflija querido leitor que gasta seu precioso tempo com estas poucas linhas!!! Pois é justamente aqui que entra a mocidade. Justamente, Juvenal!

Se você está toda semana participando ativamente de sua mocidade, se assiste as aulas atento e ávido por novos conhecimentos, por receitas de como lidar com sua família tão anti-você (se ainda não sabe, é 1 xícara de paciência, 3 copos de perdão e amor a gosto), com certeza você já ouviu falar que “o exemplo é a força mais poderosa do Mundo”, que “um sorriso cabe em qualquer lugar”.

Assim você já sabe que a próxima revolução é a do amor. Não um amor egoísta que acolhe os iguais e exclui os que não gostamos. Falo do amor fraterno pelas criaturas. Falo de entender de uma vez por todas que você, o chato do seu priminho, Fidel Castro, Sadan, Madre Teresa, Gandhi, pais que matam filhos, filhos que matam pais e até JESUS, são mesmo filhos de um mesmo Pai. Choquei você? Mas é verdade.

Agora sim vem minha pergunta: será que você tem deixado sua crença, sua religião no centro, embaixo da cadeira, grudada junto com um chiclete usado??? Sabemos de muita coisa, temos muito entendimento, mas o que fazemos com isso??? Não falo de revolucionar o Mundo com passeatas, guerras, ou querer ser presidente (já disse que isso já foi feito e não teve o efeito que queriam). Falo da pequena revolução que podemos fazer todo dia. Talvez não criticando o presidente, mas votando pra fazer sua parte. Talvez não julgando as pessoas que aparecem no noticiaria como autores de crimes hediondos, mas vibrando por elas e suas vítimas. Talvez jogando seu papel no lixo, economizando folhas de papel, não desperdiçando comida. Respeitando as leis de trânsito (eu sou a primeira a não fazer isso!!! Infelizmente)

Pequenas atitudes que podem fazer a diferença.

O que você tem feito de fato??? Que exemplo você tem sido entre seus amigos, familiares….? Nós podemos ser a corrente do bem. E é essa uma das funções da mocidade, formar cidadãos conscientes.

Ta na hora de fazer a diferença.

Ass: Palhacete, tutti-frutti, lull’s, mendigona, Lu e Luana para os íntimos!

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